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West Highland White Terrier

PADRÃO RACIAL DO WEST HIGHLAND WHITE TERRIER

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
FÉDÉRATION CYNOLOGIQUE INTERNATIONALE

Classificação F.C.I.: 85
Grupo 3 - Terriers
Seção 2 - Terriers de Pequeno Porte
Padrão FCI no 85 - 20 de janeiro de 1998.
País de origem: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: West Highland White Terrier
Utilização: Caça e companhia
Sem prova de trabalho

WEST HIGHLAND WHITE TERRIER
(Terrier Branco das Colinas do Oeste)
NOMENCLATURA CINÓFILA UTILIZADA NESTE PADRÃO


1 - Trufa 13 - Perna 25 - Braço
2 - Focinho 14 - Jarrete 26 - Ponta do esterno
3 - Stop 15 - Metatarso 27 - Ponta do ombro
4 - Crânio 16 - Patas
5 - Occipital 17 - Joelho
6 - Cernelha 18 - Linha inferior
7 - Dorso 19 - Cotovelo a - profundidade do peito
8 - Lombo 20 - Linha do solo
9 - Garupa 21 - Metacarpo b - altura do cotovelo
10 - Raiz da cauda 22 - Carpo
11 - Ísquio 23 - Antebraço a b = altura do cão
12 - Coxa 24 - Nível do esterno na cernelha

APARÊNCIA GERAL: solidamente construído. Peito bem profundo, como também as últimas costelas. O dorso é reto. Os posteriores possantes com membros bem musculosos comprovando, evidentemente, a magnífica combinação da força com agilidade.

COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: pequeno, ativo, repleto de energia, rústico, dotado de uma boa dose de amor-próprio, com um ar maroto. Vivaz, alegre, corajoso, independente, mas afetuoso.

CABEÇA: a cabeça é revestida de pelagem densa; portada de maneira a formar um ângulo reto ou agudo em relação ao eixo do pescoço, além disso, ela não deve ser portada na extensão do mesmo.

REGIÃO CRANIANA
CRÂNIO: crânio ligeiramente arqueado. Visto pela frente, apresenta um contorno homogêneo. O crânio, desde as orelhas até os olhos, apresenta um sutil afilamento.

STOP: marcado; formado pelas arcadas superciliares pesadas situadas imediatamente acima dos olhos e ligeiramente de prumo com uma ligeira depressão entre os olhos.

REGIÃO FACIAL
TRUFA: a trufa é preta, muito grande, e confere um perfil sem reentrâncias com o restante do focinho. A trufa não deve ficar projetada para a frente.

FOCINHO: a cana nasal vai adelgaçando gradualmente dos olhos para a trufa. A cana nasal não é romana; não cai bruscamente sob os olhos, onde é substanciosa.

MAXILARES / DENTES: maxilares fortes e de igual comprimento. Tão amplos entre os caninos que torna-se compatível com a expressão marota almejada. Os dentes são grandes para o porte do cão e apresentam uma articulação em tesoura, isto é, os incisivos superiores recobrem os inferiores em contato justo e são engastados ortogonalmente aos maxilares.

OLHOS: bem separados, de tamanho médio, sem serem redondos, tão escuros quanto possível. Ligeiramente aprofundados na cabeça, vivos e inteligentes, o que, sob os supercílios pesados conferem um olhar penetrante. Olhos claros é um defeito muito grave.

ORELHAS: pequenas, eretas, portadas firmemente e terminam pontiagudas. Nem muito afastadas, nem muito próximas. O pêlo das orelhas é curto e liso (aveludado) e não deve ser aparado. As orelhas não devem ter qualquer franja na ponta. As orelhas redondas na ponta, largas, grandes ou grossas, como as revestidas de pelagem abundante, constituem defeito grave. PESCOÇO: de comprimento suficiente para permitir o porte correto da cabeça; musculoso espessando gradualmente para a base de maneira a fundir-se com os ombros bem oblíquos.

TRONCO: compacto.
DORSO: reto.
LOMBO: largo e forte.
PEITO: bem profundo, as costelas bem arqueadas na metade anterior, apresentando um aspecto um tanto plano. As costelas posteriores têm uma profundidade considerável e a distância da última costela à garupa é tão curta que permite o livre movimento do tronco.
CAUDA: de comprimento de 12,5 a 15 cm, revestida de pêlos duros, sem franjas, tão reta quanto possível, portada alta, mas sem ser empinada ou curvada sobre o dorso. A cauda longa é um defeito, mas de forma alguma poderá ser amputada.

MEMBROS ANTERIORES: são curtos e musculosos, retos e revestidos de pelagem curta, dura e densa.

OMBROS: inclinados para trás. As escápulas são largas e bem amoldadas às paredes da caixa torácica. A articulação escápulo-umeral deve estar à frente.

COTOVELOS: bem para trás para permitir o movimento bem fluente dos membros, paralelamente ao plano médio do tronco.

MEMBROS POSTERIORES: fortes, musculosos e largos, vistos de cima. Os membros são curtos, musculosos e com tendões evidentes.
COXAS: muito musculosas e não muito afastadas.
JARRETES: angulados e bem posicionados sob o tronco de maneira a ficarem moderadamente próximos um do outro, quer o cão esteja em stay ou em movimento. Os jarretes sem angulação ou cedidos são bastante indesejáveis.

PATAS: as anteriores são maiores que as posteriores; redondas proporcionadas ao talhe, fortes, providas de coxins espessos e revestidas por uma pelagem curta e dura. As posteriores são menores e também providas de coxins espessos. A sola dos coxins, assim como as unhas, devem ser preferencialmente pretas.

MOVIMENTAÇÃO: desembaraçada, reta de frente e fluente de todos os lados. Os anteriores trabalham corretamente direcionados para a frente desde a escápula. Nos posteriores a movimentação é fluente, possante e compacta. Os joelhos e jarretes são bem flexionados e os jarretes trabalham sob o corpo promovendo boa propulsão. Uma movimentação travada (rígida) ou afetada nos posteriores, ou mesmo jarretes de vaca são defeitos graves.

PELAGEM
PÊLO: duplo. O pêlo é duro de comprimento em torno de 5 cm, sem qualquer cacho. O subpêlo é curto, macio e fechado. A pelagem aberta é um defeito grave.

COR: branco.

TAMANHO: altura, na cernelha, em torno de 28 cm.

FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.

NOTAS:
- Os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos e acomodados na bolsa escrotal.
- Todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento deve ser desqualificado.